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Danças e cantares típicos, não os há nesta freguesia. Quer no passado, quer no presente, nos momentos de alegria e/ou festivos, recorreu-se sempre a balhos e canções cuja origem se perde, na poeira dos tempos.

Muitos deles, embora comuns a outras localidades e/ou ilhas – Pézinho, Chamarrita, Bela Aurora, Sapateia, Saudade… – têm interpretações diferentes. Disto, a Saudade, cuja letra a seguir se transcreve, é um exemplo:

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A saudade é um luto,
Uma dor, uma aflição;
É um cortinado roxo
Que eu trago no coração.

Ausência tem uma filha,
Que se chama Saudade;
Eu sustento mãe e filha,
Bem contra a minha vontade.

Pus-me a chorar saudades
No portal do meu jardim;
Uma flor me respondeu;
Cala-ta, tudo tem fim.

Ó tirana saudade,
Chega a mim, tira-me a vida;
Aquela que eu mais amava
Já de mim vive esquecida.

Saudades, saudades
Saudades tenho eu,
Quem não terá saudades
De um amor que já foi seu?

A palavra saudade
Quem seria que a inventou?
O primeiro que a disse
Com certeza que chorou.

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